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Feliz 2017! Será que dá pra manter o clima de Natal na nossa vida?

Novidades | 04.jan.2017



 

Já sentiu que na época de Natal parece que tem um clima diferente no ar? Pois bem. Não é só uma impressão. É um efeito físico quântico. Podemos não ver, não tocar, mas ele é real.  Quem o produz? São os nossos pensamentos e sentimentos. A conclusão vem de pesquisas científicas, e um conjunto de situações favorece o ar especial.

No Natal, desenvolvemos um ambiente bem mais solidário. leila_foto “Montamos árvore de Natal, presépios, tem papai Noel, luzes. O externo muda e as pessoas buscam dentro de si um referencial de Natal”, diz a psicóloga Leila Baena Gonçalves, da Clínica Scope, e complementa: “quando vamos escolher um presente procuramos algo que deixe a outra pessoa satisfeita; é um exercício de olhar para o outro”.

Outra característica é a busca espiritual. As pessoas se voltam para o interior, o “olhar para dentro” e fazem mais preces. “Tudo isso reverbera no ar”, diz Leila Baena, lembrando a comparação feita pelo neurocientista Francisco Di Biase entre a forma como é produzido o som de um piano – teclas que movem martelos que batem em cordas que produzem vibrações –  produzindo um padrão de interferência de ondas, a música – isso também ocorre com o potencial elétrico magnético dos neurônios, no cérebro, que formam padrões de interferência de ondas, que também saem do cérebro e expandem a outros cérebros, a outros universos.

Outra pesquisa, que até tornou-se relativamente popular,  foi a realizada no Japão pelo cientista Massaro Emoto, com cristais de água. A experiência demonstrou como o efeito de determinados sons, palavras, pensamentos e sentimentos alteram a estrutura molecular da água. Moléculas perfeitas se deformaram sob a irradiação de nomes como Hitler, ao som de musicas heavy metal e outros que expressavam sentimentos negativos, ao passo que moléculas poluídas tornaram-se limpas sob o impacto de nomes como o de Jesus e de pensamentos positivos. A pergunta que se segue ao conhecimento dos dados dessa pesquisa é: qual será, então, a força do pensamento sobre nós, já que somos feitos 70% de água?

É de se concluir que é significativa, considerando-se também as evidências de outra pesquisa, essa feita nos Estados Unidos, com pessoas com doenças no coração. Elas foram divididas em dois grupos; um deles recebeu orações, o outro não. Ao longo de 4 meses, os pacientes que receberam preces mostraram melhoras bem mais expressivas, físicas e mentais que o outro grupo. “Ora, se tais experiências evidenciam alterações tão positivas para o bem estar cotidiano, e o Natal propicia momentos de maior reflexão e de sentimentos mais solidários e fraternos, fácil concluir que o Natal deve ser todos os dias”,  constata a psicóloga, lembrando que todos os dias alguém precisa da nossa solidariedade, generosidade.

Mas como fazer isso em meio ao corre-corre, às aflições, aos desafios do dia-a-dia? “Precisamos divulgar mais pesquisas como essas, porque a partir do momento que alguém toma conhecimento de que os pensamentos bons fazem bem para o mundo e não só para si próprio, estará mais apto a disciplinar os próprios sentimentos e as próprias condutas, com o apoio da razão. Aí, fazer Natal todos os dias é uma escolha da consciência”, conclui.






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